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sexta-feira, 23 de março de 2012

Do poeta a poesia

Na sutileza dos versos
O poeta canta ao escrever,
Seus sonetos, trovas e poesias
Só acabam ao esmaecer

Madrugadas frias
E luas fortes
Inspiram o simples poeta
Escrevendo sobre a morte
“Sonhando” como um profeta

Na mão direita uma caneta
Sobre a mesa um papel
Ali ele voa longe
Viagens longas pelo céu

Num instante surgem versos
Em segundos vão embora
Olhos parados e submersos
A espera de outra aurora

Dias se passam
Noites de insônia
Copos por todos os lados
Ideias chegam sem cerimônia
Fazendo barulho no ambiente calado

Assim “vive” um poeta
A mercê de suas rimas
Sustentando sua meta
Como um artista de pantomima.



Por Mariane N. Souza


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